Terças Tricolores – Ainda Faltam 7 pontos E O Problema Era Técnico

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Foram duas vitórias complicadas, difíceis e contra adversários melhores colocados na tabela de classificação. O fator casa, o apoio incondicional e maravilhosa da torcida, um time bem armado e a entrega total e absoluta da equipe foram fundamentais para que os seis pontos viessem em boa hora.

O time deu um salto considerável na tabela e está próximo de chegar aos 47 pontos, número estimado pelos colegas da imprensa e estatísticos para se livrar da degola esse ano. Mas, como também dizem os experimentes repórteres, todo jogo é uma final.

Na próxima rodada, todos os “concorrentes diretos” da zona da degola jogam entre si. Uma vitória contra o lanterna do campeonato é fundamental para sepultar de vez a possibilidade de cair, chegando a 43 pontos conquistados e com jogos em casa contra adversários como Chapecoense, Bahia e Botafogo. É vencer ou vencer em Goiás.

Não pretendo iludir ninguém, dizendo que acredito em Libertadores e que o time vencerá todos os jogos faltantes. Acho que temos que ir jogo a jogo, buscando SEMPRE a vitória (pareceu jogador falando a saída de campo, né?). O time ainda não se mostrou 100% confiável, embora ele esteja MUITO melhor do que há 4 ou 5 jogos. Portanto, sem me iludir, vamos para cima do Goianiense. Os 3 pontos são FUNDAMENTAIS para a nossa AINDA luta contra o rebaixamento.

E o problema era técnico mesmo

Prometo que é a última vez que falarei do assunto aqui, afinal, o ano está quase acabando e ainda temos as viúvas do nosso ex-treinador Rogério Ceni. Admito que me empolguei no começo do ano, depositando confiança e acreditando que, por todo seu conhecimento, trabalho e dedicação, ele daria certo logo de cara. Mas me enganei redondamente.

O time não reagia e, mesmo quando teve todas as peças disponíveis, só fez um grande jogo: contra o Santos, na Vila. O “desmanche” que ele sofreu também é discutível e falaremos disso em uma oportunidade futura, mas nada justifica 3 eliminações em casa, sendo uma para o Defensa, time sem tradição nenhuma no futebol sul-americano.

A chegada do Dorival, cerca de desconfiança, parecia que não ia dar em nada, mas o treinador tem seus méritos nessa crescente da equipe.

É sabido por todo torcedor que acompanha futebol que o Dorival não é um técnico motivador, mas sim um cara inteligente, tático e que explora os problemas do adversário. O grande problema disso tudo era que, no momento em que chegou, ele não teria tempo de estudar os jogadores, adversários e montar seu estilo de jogo.

Precisávamos de resultados. E, nos poucos acertos da diretoria nesse ano, está o de ter segurado o Dorival no momento de maior turbulência da equipe. O tempo mostrou o que ele estava tentando fazer, estabilizando a equipe e impondo seus conceitos. Sua teimosia com o Lucas Fernandes acabou e o Jucilei voltou à equipe, dando total segurança ao time, com Petros, Hernanes e Jucilei. O time, agora, é capaz de se segurar e municiar o ataque, fato é que Cueva, Pratto, Marcos Guilherme, nossos homens de frente, voltaram a marcar e fazer a diferença para a equipe. Já é possível ver um equilíbrio e maior proteção às laterais, com o Militão tomando conta do lado direito e, por incrível que pareça, o Edimar fazendo o básico e sendo mais efetivo que o Tavares.

O time começa a ganhar cara, forma e jeito de jogar. O problema, no fim das contas, pelo elenco que temos, era técnico. Conseguimos juntar as lideranças de Pratto, Hernanes e Petros com a inteligência do Dorival e crescer de rendimento em um momento complicado, mas volto a repetir: foco em fugir da zona. Com mais duas vitórias, como já citado, ficamos praticamente fora da zona e é possível sonhar em vencer Goianiense e Chape. Depois disso, a gente vê qual é!

PS: Como tem comentarista ruim, clubista e que faz de tudo pela audiência. O tal de Ademir Quintino, do EI, disse que se o SPFC perdesse ia cortar os pulsos. E aí? Vai cumprir a promessa? Precisará de ajuda? Qual vai ser?

O Mano, corinthiano assumido, não consegue se controlar e, sempre que pode, tenta diminuir o São Paulo.

O tal do Ronaldo Giovanelli, que acha que é músico, é outro. Cravando o rebaixamento do SPFC faz tempo, sem respeito algum à instituição. O Rodrigo Caio, ao dizer que a imprensa é corinthiana, tem razão. E cabe a nós não dar audiência para esse tipo de profissional. Se a gente não se unir, isso não muda! MUITO RESPEITO COM A CAMISA TRICOLOR!

É isso!

Dúvidas ou reclamações?

@Abroliveira ou [email protected]

Abrahão de Oliveira é jornalista, formado pela Universidade Metodista de São Paulo, dono da @spinfoco, são-paulino e tem o sonho de cobrir um mundial de clubes com o clube do coração. 

Comentários

comentários

17 COMENTÁRIOS

  1. Lunático????
    Kkkkkk

    Apelou para a ofensa

    E vai descendo vai, e vai descendo vai.

    Gostaria de saber até onde vc vai descer?

    Kkkkkkkkk

    Rapaz, agora quem se superou foi vc, e sem dúvida desceu do salto.

    Vc já fez ofensas ao site chamando o local de bagunça, depois disse que era por isso não escreveria mais, literalmente está atirando pra todo lado.

    Por mais que vossa senhoria não aceite, eu não sou o Imiv, foi ele quem citou essa sua insistência com essa bobagem de sermos um só. Isso é fácil de saber, muito fácil, é só pesquisar como, mas não sou eu quem vai ensinar o “Grande Intelectual Jornalista”.

    Também não vejo o menor problema em te responder, ao longo de muitos anos, não será o primeiro nem o último que vai me insultar.

    No mais, se fosse o seu site, eu não escreveria sabe por quê?

    Por que eu jamais trabalharia para uma pessoa “humilde” como vc.

    O termo múmia ( Mum-rá), a grande ofensa que vc citou, e que eu uso se refere a célebre frase “o de vida eterna” que ele usava na sua transformação com a insistência em não aposentar do seu ídolo, uma paródia do personagem dos Thundercats, personagem que oscila entre forte e fraco, que sempre é derrotado e depois volta para lutar novamente. Até porque ele é apenas um pouco mais velho do que eu.

    Perceba que hoje eu o chamo de estagiário.

    Enfim, sinceramente nem sei porque gastei segundos preciosos do meu dia te respondendo.

    Abraços

  2. O David Neres saiu em 2017 também.
    O Luis Araújo foi embora pouco depois, correto?
    Nos últimos anos contrataram jogadores questionados.
    Bruno jamais deveria ser lateral. Tem habilidade mas é uma temeridade na marcação. Talvez como meia (Ilsinho era assim)…

  3. Muito boa a coluna.

    Principalmente a parte que fala de quanto prejudicial foi a presença do estagiário, e das viúvas do mesmo alegando esse desmanche de jogadores reservas.

    Ninguém aceita mais essa balela de voMITO.

    Bola pra frente.

    Parabéns Abrahão

  4. Muito boa a cronica do Abrahão de Oliveira, tenho um comentário para fazer:
    LG tem um colunista babaca que não vou falar o seu nome e que insiste em dizer que nós somos a mesma pessoa, talvez ele queira aparecer porque as suas cronicas são tão inuteis que ninguém lê e comenta, eu acho que nem a mulher dele acompanha o que ele escreve.

    • Imiv/LG eu achei que você era maluco, mas falar consigo mesmo você se superou! Heheh.

      Por que diabos eu teria “ciuminho” de você? Que comédia! Eu não mando recado, fala de mim eu respondo numa boa.

      Você é apenas um lunático escrevendo, que achei uma boa sacada do Artur pra ter um monte de gente com raiva de você e discordando e , consequentemente, ampliando o movimento do site.

      Escrevo aqui com maior prazer porque me é pedido, se você não gosta de minha opinião, paciência… se 2 ou 2000 lerem minha coluna, não faz a menor diferença pra mim… sinceramente; escrevo aqui por prazer e não por remuneração.

      No meu site eu não colocaria uma coluna sua, por que?

      Prezo pela qualidade do que é escrito, pelo português, pelo respeito e profissionalismo… mas, num ambiente comercial, é perfeitamente possível alguém que dê likes para a homepage.

      É ofensivo desrespeitar Rogério Ceni, por tudo que já fez ao clube, em minha humilde opinião… chamar o cara de “Múmia”, até porque todo mundo envelhece, inclusive você.

      Abraço.