Aguirre ‘esquece’ Brasileiro e quer a vaga para as oitavas da Sul-Americana

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GazetaEsportiva.net

Diego Aguirre não faz distinção entre as duas competições que restaram ao São Paulo em 2018 (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

Diego Aguirre terá de deixar de lado a ótima campanha que sua equipe vem realizando no Campeonato Brasileiro para voltar o foco na Copa Sul-Americana. Depois de perder o jogo de ida da segunda fase do torneio, em pleno Morumbi, por 1 a 0, o Tricolor terá de garantir a vaga em Santa Fé, na Argentina, casa do Colón, que novamente deverá adotar uma postura extremamente defensiva.

Diante da possibilidade de voltar a erguer o título brasileiro após nove anos, o São Paulo não quer saber de priorizar a competição nacional e espera desta vez confirmar o favoritismo contra o Colón, assegurando sua presença nas oitavas de final da Sul-Americana embora muitos acreditem que uma eliminação no torneio continental seria até bom para que a equipe pudesse se dedicar exclusivamente à competição por pontos corridos.

“Temos que tentar ganhar, tentar classificar. Para mim, são duas competições muito importantes e temos que tentar classificar na quinta-feira. Força máxima para mim é quem irá jogar, todos os jogadores são importantes. Isso faz parte do planejamento e vamos para a Argentina com um time muito forte”, disse Diego Aguirre.

Apesar de somar sete vitórias nos últimos oito jogos pelo Brasileiro, o São Paulo ainda mostra certa dificuldade quando enfrenta adversários com propostas mais defensivas. Foi assim contra o Colón, e, posteriormente, contra o Vasco, ambas as partidas disputadas no Morumbi. Agora, o time comandado pelo treinador uruguaio terá o grande desafio de provar que consegue, enfim, vencer as retrancas rivais.

Não bastasse a proposta defensiva do Colón e a vantagem dos adversários, que venceram em plena casa são-paulina, o Tricolor também terá de lidar com a fama do estádio Brigadier General Estanislao López, conhecido como “Cemitério de Elefantes” pelo fato de grandes clubes já terem perdido no local, como o Santos de Pelé e todas as mais tradicionais equipes do futebol argentino entre as décadas de 1960 e 1970.

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