Na mira de São Paulo e Santos, Pato tenta liberação do Tianjin nesta semana

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UOL

Bruno Grossi e Leandro Carneiro

Atacante tem contrato com o Tianjin Tianhai até o fim desta temporada
  • Twitter Alexandre Pato/Reprodução Atacante tem contrato com o Tianjin Tianhai até o fim desta temporada

Se São Paulo e Santos sonham com Alexandre Pato, esse desejo pode ficar mais perto de ser concretizado em breve. Isso porque o estafe do atacante batalha para conseguir uma liberação do Tianjin Tianhai ainda nesta semana. O contrato com a equipe chinesa termina apenas em dezembro deste ano, mas o jogador quer ficar livre no mercado antes.

Esse cenário é considerado o ideal para a realidade de tricolores e santistas, já que pagar a multa rescisória é algo inatingível e o Tianjin considerou baixas todas as propostas recebidas para vender Pato desde o fim de 2018. Se o astro ficar livre, será necessário “apenas” negociar luvas, salário e tempo de contrato diretamente com os representantes do atleta.

O Tianjin passa por dificuldades nos bastidores e teve até de trocar de nome – chamava Tianjin Quanjian – depois que um dos antigos proprietários foi preso. Ainda não há nenhuma indicação dos rumos do clube, exatamente o que fez Pato considerar antecipar a volta ao futebol brasileiro.

 A ideia inicial do atacante de 29 anos era ficar até o fim de 2019 na China e sair livre para assinar com uma equipe do Brasil. O São Paulo sempre foi tratado como prioridade, com menções também ao Internacional por ter sido revelado pelos gaúchos. Agora, o Santos aparece com o técnico Jorge Sampaoli como atrativo e o estafe não vê mais um favorito para fechar com Pato.

Conseguir a liberação dos chineses não é simples, mas já é vista como uma tarefa bem menos complexa do que era na virada de ano. Pato aproveitou as comemorações do ano novo chinês para viajar a São Paulo e mantém contato com pessoas ligadas ao Tricolor, além de ter recebido uma ligação de Sampaoli pelos santistas. 

Nos últimos meses, o atacante também manteve conversas com ex-companheiros do time do Morumbi. O amigo mais próximo é Hudson, que ouviu pedidos para a diretoria fazer esforços para repatriá-lo. O São Paulo disse que gostaria de contar com Pato, mas que em janeiro não seria possível pagar pela transação e que voltaria a falar no tema em caso de liberação na China.