Leco sugere comissão para fiscalizar transações no São Paulo

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GazetaEsportiva.com

José Victor Ligero

Leco propôs criação de comissão fiscalizadora no São Paulo (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

Em reunião do Conselho Deliberativo do São Paulo na última terça-feira, o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, foi questionado acerca dos valores envolvidos na contratação do atacante Diego Souza, realizada no começo de 2018.

Os conselheiros apontaram que foram gastos R$ 13,4 milhões com o jogador, não os R$ 10 milhões inicialmente divulgados. O valor excedente se refere a luvas para o atleta e comissões a empresários.

A negociação, contudo, saiu por um total de R$ 12,4 milhões, sendo R$ 10 milhões utilizados na compra dos direitos econômicos de Diego Souza, R$ 1,4 milhão de comissões para empresários e mais R$ 1 milhão para o jogador, que abriu mão da metade do valor das luvas.

Diante deste cenário, Leco propôs a criação de uma comissão para fiscalizar negociações no clube. A ideia é que ela seja composta por três membros do Conselho Deliberativo, sendo dois da oposição (Kalef João Francisco e Jaime Franco) e um da situação (José Carlos Ferreira Alves). O trio terá acesso aos valores de todas as transações a serem realizadas. A sugestão foi aprovada na reunião.

Dentro de campo, o São Paulo se prepara para o clássico contra o Palmeiras, marcado para este sábado, às 16h30 (de Brasília), no Pacaembu, pela 11ª rodada do Campeonato Paulista. O Tricolor divide a liderança do Grupo D com o Ituano, com 14 pontos, dois a mais que o terceiro colocado Oeste. O Botafogo-SP é o lanterna da chave, com sete pontos.