Pato defende Bolsonaro após divulgação de vídeo: ‘Quanta maldade’

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UOL

Alexandre Pato saiu em defesa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) após a divulgação do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril. O atacante do São Paulo afirmou que vai apoiar Bolsonaro “para que ele possa fazer um Brasil melhor”. “Primeiro, Deus acima de tudo. Quanta maldade e como é difícil ver a situação que passamos. E o Brasil em si. Torço pelo Brasil melhorar e crescer cada vez mais e ser um exemplo de país seguido. Então vou apoiar o PR [Presidente da República], sim, para que ele possa fazer um Brasil melhor”, escreveu Pato no Twitter.

“Porque ele está no comando hoje, mas também, às vezes, não concordar com algumas coisas. Então, torço para um Brasil melhor. E viva o meu país! Deus proteja e ilumine cada um de nós”, acrescentou o jogador.

Porque ele está no comando hoje. Mas também as vezes não concordar com algumas coisas. Entao torço para um Brasil melhor. E viva o meu país! Deus proteja e ilumine cada um de nós.

Primeiro Deus acima de tudo. Quanta maldade e como é difícil ver a situação que passamos. E o Brasil em si. Torço pelo Brasil melhorar e crescer cada vez mais e ser um exemplo de país seguido. Então vou apoiar o PR sim para que ele possa fazer um Brasil melhor.

Na sequência, o volante Felipe Melo, do Palmeiras, retuitou mensagem de Pato na rede social.

Brasil acima de tudo; Deus acima de todos

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A reunião ministerial de 22 de abril está no centro de um inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República), para apurar as declarações de Sergio Moro no dia em que pediu demissão do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O ex-ministro denunciou uma suposta interferência política de Bolsonaro na Polícia Federal com a exoneração do então diretor-geral Maurício Valeixo.

O vídeo é considerado como uma das principais provas para sustentar a acusação feita por Moro de que o presidente tentou interferir no comando da PF e na superintendência do órgão no Rio, fatos esses investigados no inquérito relatado pelo ministro Celso de Mello do STF.

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