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Eduardo Rodrigues
A previsão é de R$ 37 milhões em investimentos, redução de R$ 91 milhões no endividamento e receita de R$ 460 milhões para o próximo ano.
O orçamento de 2021 do São Paulo foi aprovado nesta sexta-feira pelos conselheiros do clube após reunião que apresentou o documento na última quinta. Foram 174 votos a favor e quatro contra.
O orçamento prevê que o clube terá que vender R$ 176 milhões em atletas no próximo ano. O valor é superior ao apresentado como tendência para esta temporada, que é de R$ 137 milhões. Os garotos revelados na base são alvos constante de times do exterior.
Por outro lado, estima R$ 37 milhões em investimentos, o que inclui a formação de atletas e aquisição dos direitos econômicos de novos jogadores.
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Reunião do Conselho Deliberativo do São Paulo — Foto: Reprodução
A previsão é de que o São Paulo termine 2021 com receita total de R$ 460 milhões, menos do que os R$ 541 milhões orçados para 2020 – valor que foi reajustado em revisão orçamentária para R$ 341 milhões como consequência da crise financeira causada, principalmente, pela pandemia de Covid-19.
O orçamento para o ano que vem estima um superávit de R$ 12,5 milhões e a possibilidade de o São Paulo reduzir seu endividamento em R$ 91 milhões – a tendência é que a dívida alcance R$ 578 milhões em dezembro.
As conquistas da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro são as grandes oportunidades de o clube conseguir receita sem precisar vender jogadores ou fazer cortes mais drásticos em departamentos.
Por causa da pandemia, o São Paulo não orçou receitas com bilheterias para o ano que vem. Além disso, citou o pagamento de R$ 14 milhões que são os salários dos atletas que foram reduzidos neste ano e que serão pagos em 12 parcelas a partir de março.
A partir do dia 1º de janeiro de 2021, o São Paulo terá Julio Casares como presidente. Ele foi eleito no último dia 12 após vencer o pleito contra Roberto Natel.
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