James Rodríguez brilha pela seleção da Colômbia e reforça discurso de Dorival Júnior no São Paulo

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A atuação de James Rodríguez pela seleção colombiana chamou atenção e mostrou o discurso de Dorival sobre a qualidade do jogador

James Rodríguez foi um dos grandes destaques no jogo da Colômbia pelas eliminatórias da Sul-Americana (Foto: Luis Acosta / AFP)

No empate por 2 a 2 da Colômbia com o Uruguai, James Rodríguez chamou atenção pelo seu desempenho e pelo gol marcado. Inclusive, rendeu elogios até mesmo de torcedores do São Paulo e da mídia internacional. A partida foi válida pela terceira rodada das Eliminatórias Sul-Americanas, no Metropolitano Roberto Meléndez, em Barranquilla.

Além do gol, também deu assistência para o segundo gol da equipe, que foi marcado por Uribe. No São Paulo, desde a sua chegada em julho, o colombiano ainda não tinha conseguido se firmar e mostrar o futebol que foi visto, por exemplo, na quinta-feira (13).

Mas o desempenho contra a Colômbia reforçou ainda mais um discurso que está sendo defendido por Dorival Júnior: o atleta tem qualidade, mas ainda está em processo de adaptação. Antes de assinar com o Tricolor, James Rodríguez estava sem entrar em campo desde abril praticamente.

Pela seleção, o desempenho foi mostrado em números. Além do gol e da assistência, foram 4 chutes (1 no gol e 1 na trave), cinco passes decisivos, duas grandes chances criadas e seis bolas recuperadas – segundo dados do Sofascore.

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Com apenas nove jogos pelo clube desde quando chegou, James foi reserva em quatro. Além disso, soma um gol e uma assistência.

Porém, segundo as palavras do próprio Dorival Júnior, o principal motivo que justifica o porquê de James Rodríguez ainda não ter se firmado como o esperado no São Paulo diz respeito justamente a confiança e adaptação.

Pela Colômbia, isso foi bastante mostrado pelo meia. Criou boas chances e boas jogadas contra o Uruguai. Com o volume de jogo mostrado, ficou de exemplo como Dorival Júnior pode utilizá-lo. Na seleção colombiana, James atuou como um camisa 10, às vezes até mesmo com um ‘falso 9’. O jogador comandou todas as posições de ataque, pisando bastante na área para finalizar.

No São Paulo, não atua tanto assim, e mais como um meia. Mas desta forma, mostrou funcionar melhor e estar mais adaptado, o que pode ser até mesmo uma dica para crescer de nível no Tricolor.

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