Daniel Alves agradece ao São Paulo por liberação para ir a Tóquio: “É o que sempre sonhei”

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GazetaEsportiva

Daniel Alves fez questão de agradecer ao São Paulo pelo fato de o clube tê-lo liberado para disputar os Jogos Olímpicos de Tóquio. O lateral-direito foi convocado pelo técnico André Jardine para defender a Seleção Brasileira e, apesar de desfalcar sua equipe nas oitavas de final da Libertadores e Copa do Brasil, teve o aval da alta cúpula tricolor.

“Poder vestir a camisa da Seleção Brasileira vestindo a camisa do clube que sonhei, os sonhos ficam ainda mais especiais. Quero agradecer ao São Paulo pela oportunidade de jogar aqui, de realizar esse sonho e poder representar o São Paulo, porque cada vez que sou convocado pela Seleção, estou representando o São Paulo, e isso é o que sempre sonhei, o que sempre tive em mente. As coisas estão acontecendo e não há como não ficar feliz, lisonjeado”, disse Daniel Alves em entrevista à spfctv.

“O São Paulo, desde que cheguei aqui, também foi um dos motivos pelo qual retornei ao Brasil, tentar convencer as pessoas de que é possível chegar à Seleção Brasileira jogando por um clube aqui no Brasil. Então, é sonho atrás de sonho, realizações atrás de realizações. Isso fortalece o trabalho, minha ideia de vir para o Brasil e fomentar isso. Temos que valorizar mais o nosso poder de ação, nosso país, nossos atletas, nosso povo, porque somos especiais, somos um povo especial”, completou.

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Aos 38 anos, Daniel Alves jamais disputou as Olimpíadas. Desde que despontou no cenário internacional, o lateral-direito viu o Brasil disputar os Jogos de Pequim, em 2008, Londres, em 2012, e Rio de Janeiro, em 2016, mas acabou não sendo convocado, ora por opção técnica, ora graças à proibição dos clubes que defendeu.

“Acho que é uma satisfação imensa, uma alegria tremenda por estar representando meu país de uma forma diferente, numa ocasião tão especial como as Olimpíadas. Sonhava com um momento assim, bati na trave duas vezes e agora estou tendo a honra de ser chamado, de poder formar parte desse grupo que vai defender a medalha conquistada aqui no Brasil. A responsabilidade é muito grande, mas é o que a gente gosta. Gostamos de responsabilidade, de desafios como esse. Como bom patriota que sou, sempre vesti a camisa do meu país, e ela significa muito pra um jogador e em especial pra mim”, concluiu.

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