Economia e conforto: São Paulo fecha parceria com empresa de voos fretados

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Tricolor usará modelo Boing 737 Next-Generation e prevê redução de 15% dos gastos com deslocamentos em relação a 2023; veja mais detalhes do acordo de dois anos

O São Paulo inicia nesta segunda-feira uma parceria com a Sideral Linhas Aéreas, empresa especializada em fretamento de voos. O acordo é válido por duas temporadas.

A estreia será com o voo de Guarulhos a São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, onde a equipe ficará hospedada para a partida contra o Mirassol, terça, às 19h30, pelo Paulistão.

A delegação retornará para a capital logo após a partida.

Nos dois primeiros voos do ano – o da segunda rodada do Paulistão e também o para Belo Horizonte, para a Supercopa contra o Palmeiras -, o clube usará um modelo de aeronave Boing 737 Next-Generation, que comporta até 180 passageiros.

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A partir de abril, a empresa disponibilizará para o São Paulo uma outra aeronave adaptada com 64 assentos executivos, o que dará mais conforto aos atletas e possibilitará até mesmo a realização de tratamentos durante os voos.

Essa aeronave está nos Estados Unidos passando por adaptações.

O pacote fechado pelo São Paulo prevê 28 voos na temporada.

Com o acordo, o Tricolor prevê uma redução de 15% dos gastos com voos comerciais em relação a 2023. Nos gastos totais em logística, que incluem hospedagem e deslocamentos, a redução será de 23%, já que o elenco sempre voltará para São Paulo logo após as partidas. Os valores brutos não foram revelados.

Além do retorno imediato para casa, o que foi visto de forma positiva pelos líderes do elenco, o clube aponta como outros benefícios a facilidade no acesso aos aeroportos (sem a necessidade de passagem por saguão) e uma melhor alimentação durante os voos, já que o acordo prevê que a nutricionista do clube irá elaborar o cardápio das viagens.

Para celebrar o acordo, a Sideral adesivou o avião com o emblema do São Paulo e oferecerá outras personalizações na parte interna. O clube, porém, terá o direito de explorar o envelopamento da aeronave com parceiros comerciais, o que pode gerar uma nova fonte de receitas.

GloboEsporte