Febre Tricolor

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18 COMENTÁRIOS

    • Obrigado por reabrir a conversa. Como eu disse e você confirmou… o São Paulo só tinha já famosos no time de 2005: Amoroso (que ninguém acreditava, pois já tinha 33 anos) e Júnior (já veterano também). Josué, Mineiro, Danilo, Vélber Risadinha e Marquinhos foram trazidos por Cuca, formando um time altamente contestado. Cicinho era um jogador sem um super nível, Tardelli era apenas um garoto, Grafite era outro ninguém.. e Luizão tava em fim de carreira, desacreditado e só ficou na Libertadores (não ficou pro Mundial). Isto é: o elenco era, com certeza, mais subvalorizado que esse atual. Foi formado um time COLETIVO que se tornou vencedor de tudo.

      A tua comparação entre o São Paulo de Telê Santana e a Seleção Brasileira, é outra que me ajuda. Telê Santana chegou no São Paulo em 1990 e não engrenou o time de uma hora pra outra… só veio a fazer aquele grande time no ano seguinte, que começou a engatinhar… tem uma entrevista dada ao Esporte Interativo que o Muller conta que o Pimenta quase mandou Raí embora, por exemplo… Telê foi juntando as peças, inclusive com jogadores não tão famosos (Gilmar e Cafú, por exemplo, vieram do futebol da várzea de SP)… e montou um time que assombrou o mundo…

      O contraponto é justamente a seleção brasileira de 82. Encantou o mundo, talvez foi um dos times mais brilhantes de todos os tempos, só ficando atrás da seleção brasileira de 70… Tinha nomes como Toninho Cerezo, Falcão, Zico, Sócrates, Júnior, entre muitos outros… e não conseguiu vencer… mesmo tendo os melhores nomes do mundo uma mesma época juntos… outra prova de que o futebol é totalmente COLETIVO. Um esporte coletivo se faz engrenando as peças e não somente de individualidades…

      É óbvio que se você colocar a Matonense não vai conseguir fazer deles campeões do mundo… mas com as peças que temos hoje é totalmente possível fazer um time coletivamente vencedor no Brasil, até porque individualmente não se vê coisa muito melhor por aí. É isso.

  1. Meus amigos sou obrigado a abrir o baú:
    A maior zaga que já vi jogar e que todo torcedor do SPFC conhece (Oscar e Dario) contava com um reserva que compensava a técnica limitada com muita vontade e posicionamento (Gassem) e quebrava o galho na ausência de um dos dois. O Rodrigo Caio não tem nem 5% da qualidade do Gassem. Vejam o nível atual em que nos encontramos!
    O Jucilei ficaria no banco do Almir (e olhe lá) o volante do tricolaço bicampeão 80-81.
    O Trellez, misericórdia!
    Quem já viu Toninho Guerreiro, Serginho, Careca (covardia), até mesmo o Lê, ou o Assis: não dá para aceitar um inútil desses.
    No mais, não acredito nesse treinador, apesar de ser um admirador dos gringos que já passaram pelo tricolor: Sastre, Poy, O gigante Forlan, Pedro Rocha, Dario Pereyra, Roberto Rojas.
    Acho que o baixo meretrício em que se tornou o SPFC desde a saída do saudoso dr Marcelo Portugal Gouvea é que atrapalha deveras.

      • O Dario Pereyra é um exemplo. Chegou no São Paulo, era atacante… só ganhou todo aquele sucesso no clube porque o seu técnico enxergou sua potencialidade de contribuir no jogo defensivo.

        O França chegou no São Paulo, era um mero desconhecido vindo do Maranhão… depois, virou um grande jogador…

        O Lê não joga nem a metade do Marcos Guilherme, por exemplo… supervalorizado no seu texto…

        E é assim que se fazem os ídolos.. de conquistas…

        Sinceramente, o Almir nunca ouvi falar… mas pra jogar mais que Jucilei tem que ser um craque de bola mesmo…

        • Quer mais uma? Chicão… ídolo Tricolor! Ganhou muito, e qualidade não era o seu forte… assim como Pintado, etc. E muitos outros… a maior prova de todas que o que importa é o coletivo, quando você consegue encaixar bem as peças… e quando de fato tem as conquistas, pro seu time crescer… aí todo mundo fica bom.

          • LG… como não dá pra responder mais na outra respondo as duas nessa: no time de 2005 não tinha praticamente “ninguém” bom. Josué, Mineiro, Danilo eram todas apostas… inclusive Cicinho.. renomado mesmo só Júnior e Amoroso. E o time COLETIVAMENTE se tornou dificílimo de ser batido. Obrigado pelo exemplo…

            França já está aposentado, agora é fácil de ver a carreira dele.

            Dá um “google” e olha a carreira do Diego Souza, antes de falar besteira. É tão importante ou mais que a do França, a quantidade de títulos é bem maior…. fora o fato de que ele é meia e não atacante…

            Marcos Guilherme tem 23 anos , logo a comparação é incabível. Por favor, não venha comparar Brenner com França também… porque o cara tem 17 anos…

            Estou falando sobre o time do SP de Telê .. quando ele chegou demorou anos pra montar o time ideal… depois tava todo mundo na Seleção Brasileira… mas cresceram coletivamente.

          • Não me interessa o Diego Souza do passado e sim o que contratamos hoje, o Opala era um grande carro no passado mas hoje é artigo de colecionador.

            Cicinho já jogava muito no Atlético MG, Luizão era campeão do mundo, fora os títulos pelo Palmeiras e Corinthians.
            Josué e mineiro já chegaram tomando conta do meio de campo é rapidamente o Danilo fez o mesmo apesar da perseguição da torcida.

            França já chegou mostrando quem era, ao contrário desses que aqui estão hoje.

            Vc está certo, não tem como comparar mesmo, isso porque nada do que já tivemos se compara com esse elenco medíocre

            Vc fala que eu critico por criticar,as é impressionante como vc elogia o que não tem como ser feito.

            Chamar Trellez de decisivo é demais para qualquer bom senso.

        • O Chicão foi campeão paulista em 1975 e brasileiro em 1977, além de ter anulado a estrela da seleção argentina no Caldeirão de Rosário (Mario Kempes) em 1978 na casa deles!
          Ô caboclo sem qualidade sô! Mas… Deixa pra lá…

          • O tricolor Velame segue uma linha que, de fato, foi confirmada em muitas ocasiões no SPFC: a montagem de grandes times, que tive a felicidade de verem jogar.
            O timaço de 80/81 mesclava craques (Waldir, Getulio, Oscar, Dario, Renato, Serginho, Zé Sérgio) e bons jogadores (Aírton, Almir, Heriberto, Paulo César, Assis, Gassem).
            O timaço da segunda metade da década de 1980 também (Gilmar, Zé Teodoro, Dario, Silas, Pita, Miler, Careca, Sidney e outros bons jogadores, com Falcão no banco.
            O SPFC de Telê idem.
            O tricolor de 2005 a 2008 a mesma coisa.
            Em 2014 batemos na trave com Kaka, Ganso e LFabiano (que o LG contesta).
            Quais são os craques do atual elenco?
            Nos times anteriores contávamos com monstros sagrados e grandes treinadores (Carlos Alberto Silva, Cilinho, Pepe, Telê, Cuca, Leão, Autuori…).
            Espero sinceramente que você esteja certo Velame. Você sabe que saopaulino velho é muito mal (ou bem, no caso) acostumado. Sou só mais um.

          • Por dever de justiça cabe também registrar que o Lê, no Paulista de 1987, anotou 14(catorze) Gols.
            Um deles no primeiro jogo da final contra aquele time que não falo nem o nome.
            Superou em Gols um certo Miller (12 Gols). Fui buscar numa Placar de 1987 entre tantas da minha coleção.
            Voces, mais jovens, viverão conquistas ainda maiores e mais freqüentes. E lembrarão sempre que nossas glórias vêm do passado.

  2. É nesse momento em que eu acho que vivo em uma Matrix, só pode ser.

    Trellez goleador? O cara marcou um mísero gol no campeonato inteiro e vc o chama de goleador. Outra coisa, se o carneiro for do mesmo nível seria bom encerrar esse negócio logo e gastar o dinheiro com ovo de páscoa.

    Vc critica o Marcinho e eu também, mas ele fez mais gols que esse perna de pau do Trellez.

    Não tem como elogiar a contratação de um goleiro reserva por 10 milhões, um goleiro que não passa a mínima confiança, mais 10 milhões por um jogador fora de forma e que pipoca na frente do queixada, um jogador apático e aparentemente sem motivação nenhuma.

    Concordo que o Raí e Ricardo Rocha montaram um elenco homogêneo, mas no nosso caso homogeneamente fraco, não há um destaque, talvez o Arboleda.

    Se Rodrigo Caio levou a defesa nas costas esses últimos anos, está explicado a nossa falta de títulos. Apesar da falha contra as galinhas, nossa defesa foi muito melhor sem ele.

    No mais uma feliz Páscoa

    • Sobre o Trellez, releia. Neste caso é problema de interpretação de texto (não chamei de goleador). Decisivo: sim. Se não fosse ele não passaríamos do São Caetano e nem venceríamos o Corinthians no primeiro jogo.

      Não há como individualizar jogador LG, o time é um time coletivo. E o Trellez tem seu papel tático.

      O Jean vai justificar cada milhão pago. Confie. O Diego Souza sempre foi um jogador de 10 milhões, se não tá sendo ainda tem que demonstrar. Ou ser utilizado para outro do mesmo quilate (como se tem especulado).

      Abraço.

      • Pelo contrário, o coletivo depende de cada individualidade, se alguém não cumpre bem o seu papel o time inteiro paga por isso.

        Rodrigo Caio levou uma surra do Borja no jogo contra as porcas, e isso não é a primeira vez, sempre que precisa disputar com algum atacante forte ele se dá mal, o Trellez fez aquele gol contra o São Caetano, ok, blz, mas perdeu o gol da classificação contra as galinhas, sozinho contra o queixo de iceberg.

        Não consigo elogiar o trabalho dessa diretoria, gastaram quase 40 milhões em jogadores que pouco acrescentaram ao time, desses talvez o Valdivia seja excessão.

        No mais, na Copa do Brasil mesmo que passemos do Atlético paranaense, no momento de enfrentar um grande teremos que ler outrora possível coluna de desabafo aqui

        • A maior prova de que é totalmente descabido o que você falou: de que o coletivo depende da individualidade, são os títulos do Corinthians em 2017.

          É a maior prova de todas de que é a individualidade que depende do coletivo.

          Pra quem viu e lembra do time do Telê então, sabe que sua assertiva não se sustenta.

          • De quais times do Telê vc se refere?

            O do bi-campeao mundial ou das seleções brasileiras as quais foram consideradas como sendo as melhores de todos os tempos depois da de 70?

            E o.meu argumento é descabido?

            Colocasse o Alencar do jogo contra o Vasco no lugar do Zetti daí veríamos se esses mundiais seriam possíveis

            Insisto, se o coletivo for composto de pernas de pau no final vai perder
            De toda forma, no máximo pode-se evitar goleadas vexatórias.

            2005 tínhamos um time coletivamente muito bom, mas me diga que era ruim desse time? Ninguém.

            Já hoje é difícil apontar um que seja apenas mediano