LG em Foco – Raí Guevara x Diego Bolsonaro

E aí povo tricolor?

Depois de jogar a última pá de cal sobre qualquer possibilidade de título ainda esse ano, literalmente a última chance de mostrar que o trabalho de Raí Guevara está no caminho certo, acontece mais um empate em casa, só que dessa vez contra o Flamengo, que diga-se de passagem, merecia ter vencido.

O espírito guerreiro do São Paulo do primeiro turno pelo visto foi definitivamente exorcizado do nosso clube. Esse espírito quando encorporou nos nossos atletas e nos fez derrotar esse mesmo Flamengo dentro do Maracanã, acendendo a esperança de que o gigante tinha acordado.

Mas esse espírito guerreiro, vencedor, foi substituído por um espírito guerrilheiro de quinta, um espírito covarde como o do ídolo do nosso Grande Raí Guevara, ele mesmo o Che Guevara.

Nosso eterno camisa 10 nos brindou com suas pérolas a lá Pelé, onde seu silêncio poderia ter ganho um Grammy Latino em se comparando com sua diarréia oral.

Pelo visto esse papo socialista deve estar incorporado na nossa diretoria, que pelo visto devem exigir que a CBF obrigue algum time que tenha vencido mais de uma competição esse ano, que dívida um de seus títulos conosco, o mesmo deve acontecer com os clubes com grandes elencos, devem nos ceder atletas.

Agora entendo o porquê da torcida sempre vir com aquele papo de crédito, que a história do cara justifica as porcarias do presente, típico modo de pensar dos últimos anos do brasileiro.

E quando a merda parece que já foi toda solta, eis que aparece o Diego Bolsonaro e num gesto, declara seu ponto de vista comemorando batendo continência e saudando o Bolsonaro, numa típica provocação ao Raí Guevara.

Como o próprio Diego Bolsonaro falou, sua opinião deve ser respeitada, mas antes disso, esse atacante improvisado deveria ver que o São Paulo no momento está estagnado, e atitudes como desses veteranos amadores, diga-se de passagem o próprio Diego Bolsonaro e o Raí Guevara apenas causam mais motivos para acharmos que o elenco está rachado.

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Raí Guevara, pense no São Paulo grande e capitalista como em outrora, ninguém vai ter peninha de nós. Seremos atropelados por todos e nos transformaremos na Venezuela do futebol, melhor do que isso, pegue seu boné e dê no pé

Diego Bolsonaro, antes de ficar apontando arminha ao fazer um gol, faça um curso de tiro primeiro, ou seja, aprenda a atirar, perceba que és péssimo de mira, e se não tomar os devidos cuidados pode vir a acertar o Sidão ou o Jean. Se fosse bom de mira talvez nossa sorte fosse outra nesse campeonato. Só para não esquecer, as galinhas devem a você o título da libertadores deles.

Aos dois de uma forma geral, usem suas redes sociais para demonstrarem suas opiniões políticas e foquem no São Paulo.

Pois é meus amigos, enquanto o São Paulo tiver uma eleição parlamentarista, onde seus presidentes são escolhidos por amizade e indicação, teremos que presenciar um teatro ridículo desse como o desses dois e mais uma década sem títulos.

São Paulo acima de tudo, São Paulo acima de todos

Devolvam ao Gigante o seu status de gigante.

Luis Gustavo, mais conhecido como LG, é são-paulino desde 1990 e frequentador da SPNet desde 2001

E-mail: lgtricolor@bol.com.br


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3 COMENTÁRIOS

  1. Caro LG, eu voltei!

    O nosso Tricolor surpreendeu nesse semestre devido ao seu elenco limitado e QUASE chegou lá. O problema que esse quase só não virou realidade especialmente pela presença de um jogador em campo: Sidney Aparecido Ramos da Silva, o Sidão.

    Eu atribuo metade do nosso fracasso a esse goleiro defasado e fraco e a outra metade ao Aguirre por mantê-lo no time mesmo após a sequência de falhas desde a derrota fora de casa para o Galo por 1 x 0. Se olharmos todos os tropeços do SP a contar desse jogo, nota-se uma falha crucial da múmia nessas partidas que o SP empatou ou perdeu.

    No primeiro turno suas falhas eram compensadas lá na frente, como no caso do jogo contra o América-Mg em que mesmo após entregadas da múmia, o Tricolor venceu por 3 x 2. Como no returno o poder ofensivo do SP acabou, vimos jogo a jogo esse imbecil entregar o título.

    Quanto ao Aguirre, sua parcela de culpa está em preservar O Sidão como já foi dito e também por não perceber que A.Martins entrou em má fase após o gol contra no empate contra o Fluminense. Barrou Arboleda em alguns jogos e o resultado foram derrotas amargas como a perda da invencibilidade contra os porcos em casa. E não posso me esquecer do pé frio R.Caio que voltou e o tempo “virou” no Morumbi.

    Resumindo: Mesmo com o time limitado, dava sim pra ser campeão e faltou apenas a coragem de mudar duas ou três peças no máximo para comemorar o Hepta. Agora temos que ouvir essa desculpa de que o título não estava no planejamento, coisa de mentalidade perdedora que predomina no São Paulo há tanto tempo.